Um filho rico de um rico pastor, escrevendo sobre sua vida dentro e fora da igreja; em uma sutil forma de poesia.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

"O Ritual

Não se devia chorar por quem está morto,
Pois não sabemos se eles ouvem a nossa oração,
Mas por minha amada farei como nenhum outro,
Este ritual de ressureição!

Com meu sangue, ela e seu amor retornarão,
Reivindicarei à escuridão para trazê-la de volta,
E que os demônios não anulem a minha decisão,
Pois está pago o preço onde nada mais importa;

Com este punhal sujo de trevas e paixão,
Inicio este ritual que não falha,
Nossas feridas curar-se-ão,
Tanto quanto manchei de vermelho tua mortalha;

Levante-se e segure minha mão,
Nosso amor agora vive, poderoso como já foi um dia,
Minha alma está selada junto a esta diabólica união,
De sangue, trevas e amor. De que outro jeito mais seria?" 

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